Piancó em Revista

– A publicação do início do século XXI, traz uma retrospectiva histórica, política e cultural do município de Piancó, a partir da conquista das terras pela Coroa Portuguesa, colonização, povoação fundada por Manuel de Araújo Carvalho e formação do patrimônio por doação de Francisco Dias D´Ávila, emancipação política na terceira década do século XVIII e trajetória até os dias atuais.

            – A vida de Santo Antônio, padroeiro da cidade, que nasceu em 15 de agosto de 1195, em Lisboa – Portugal, cujo o nome da Pia Batismal é Fernando, filho de Martinho Bulhões e Maria Tereza de Taveiro. Também uma retrospectiva sobre a Festa anual, incluindo a tradição política.

            – Vida e Morte do Padre Aristides, uma mistura de drama e tragédia na existência da referência católica que representou o município na política estadual e sacrificou a sua própria vida, tendo sido assassinado pela Coluna Prestes em 09 de Fevereiro de 1926, deixando vários filhos.

            – A história do voto secreto, que em Piancó foi implantado em 1916, antes da oficialização desta modalidade pelo Presidente Getúlio Vargas, em 1934.

            – Uma viagem pela constituição da Banda de Música, uma tradição secular de Piancó, cuja origem é assinalada em 1910, com a denominação de Santo Antônio.

            – O Carnaval, os blocos tradicionais e suas particularidades expressas na memória de grandes maestro, a exemplo do Mestre Eurides.

            – Os mais de 90 anos vividos pelo agropecuarista Zeca Remígio, o segundo dos 14 descendentes de José Remígio dos Santos e Maria Tereza da Conceição.

            – Alice Cavalcanti: A mulher monstro de Piancó, que aos 16 anos casou-se com Manoel Dantas Florindo, de 70 anos, e quatro anos após assassinou o marido e dois filhos, fato estampado em reportagem da Revista Cruzeiro.

            – Antônio Montenegro, uma referência da história política de Piancó, onde começou como prefeito e mais tarde chegou à condição de deputado estadual.

            – Monumento ao retirante (Memorial do Cassaco), um marco nordestino no Vale do Piancó, construído a partir da imagem real de Antônio Pepino da Silva e seu filho Cícero Pepino dos Santos.

            – Elzir Matos, um nome sempre lembrado que despertou Piancó para o Progresso no panorama do desenvolvimento de suas potencialidades econômicas e cenário político estadual.

            – História do Colégio Santo Antônio, um símbolo de Educação em Piancó, fruto de um movimento pela implantação do curso ginasial na década de 40.

            – Antônio Vicente: o encalço poético que não calçou sapatos mas demonstrou riqueza cultural através de suas pobres rimas.

            – O Centro de Juventude que abriu espaço fundamental para os artistas de Piancó e a história de Maria Zenaide Brasilino.

            – Piancó nas grandes referências políticas através do Dr. Salviano, filho de Salviano leite Rolim, que nasceu em 11 de maio de 1902 e faleceu em março de 1987.

            – Os nomes das artes resgatando a história e o Hino Oficial do município de Piancó, letra do Dr. Sinval Timóteo e Maestro Antônio Amâncio de Oliveira, responsável pela música.

            Últimos exemplares, que podem ser adquiridos através do e-mail: damiãolucena@gmail.com ou pelo telefone: (83) 9961-1462 e 3421-3515.

 

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